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Seminário dia 23 de julho, 2002
Relato do Seminário
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Seminário dia 23 de julho, 2002

O Seminário "Discutindo a Descentralização Sustentável na prevenção as DST/AIDS em Comunidades empobrecidas", organizado pelo Forum Comunitário DST/Aids do Rio de Janeiro, occoreu no dia 23 de julho, 2002, das 09 às 17 horas no Campus da UERJ - Pavilhão João Lyra Filho, 9 andar, auditório 113.

Consulte a programação do seminário, o relato do seminário, ou veja o crachá em formato PDF.

O seminario contou com 146 participantes:

  • 26 Instituições Comunitárias
  • 22 Instituições Não Governamentais (ONG)
  • 07 Instituições de Outros municípios do RJ.
  • 04 Unidades de Saúde do RJ. 03 Federações.
  • 03 Instituições de outros Estados (SP, BH e SC).
  • 02 Instituições Internacionais.
  • 02 Universidades (UERJ e UFF).
  • 02 Secretarias dos Municipais de saúde (RJ e Caxias)
  • 01 Secretaria Municipal de Assuntos Estratégicos do RJ.
  • 01 Secretaria Estadual de saúde do RJ.Ministério da Saúde CN/DST/AIDS.
Relato do Seminário dia 23 de julho, 2002

RELATO DOS AGENTES:

PRINCIPAIS TEMAS DISCUTIDOS:

1. Dificuldades em se articular com as Umidades de Saúde e Secretárias, principalmente nos pequenos municípios. Ex.: S.M.S. de Nilópolis --- Luciana, Agente ASADIF/Nilópolis-RJ

2. Cotas de preservativos, insuficiente para demanda, a procura é muita nos bancos, ainda a falta muito grande de material educativo. --- Antonio Carlos, Agente Garibald/Caxias

3. Demanda para o preservativo feminino nas comunidades, falta de material informativo sobre dst/aids. --- Karina, Agente -Phidias Távora - CIADS

4. Falta de reconhecimento por parte do poder público na valorização do papel do agente multiplicador. --- Sheila, Agente AMAC/ Linz- RJ

5. Comunidade Reconhece o papel desses agentes.

6. Dificuldade em manter esses agentes como voluntário.

7. Dificuldade de acesso as informações diversas na prevenção DST/AIDS nas comunidades empobrecidas. --- Carlos Arlindo, Agente projeto Mulher Viva/BELFORD ROXO

8. Falta de assessoria técnica para os projetos de prevenção em comunidades empobrecidas. --- Paulino, Agente Beira Rio/CIADS.


SUSTENTABILIDADE E CAPTAÇÃO DE RECURSOS

1. Possibilidade de Parceria com a Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos e Secretaria Municipal do Trabalho do Municipio do RJ, para Capacitação dos agentes, Assessoria aos bancos de preservativos e financiamento aos projetos comunitários. --- Cláudia, SEAE-RJ.

2. Possibilidade de parceria com a ONG Comunidades Catalisadoras, para divulgação dos projetos e programas de prevenção as dst/aids em comunidades empobrecidas na internet, criação de um site específico, dar visibilidade ao tema e buscar parcerias Nacionais e Internacionais. --- Theresa, ONG COMCAT

3. Buscar junto ao Estado e Municipio o apoio e o engajamento na Ação do Agente Comunitário de Prevenção, enquanto agente de Saúde e apoio aos bancos de preservativos como parceiros do SUS na área de saúde.

4. Valorizar a ação eficaz dos agentes e dos programas de prevenção as dst/aids em comunidades empobrecidas, como importante contribuição para redução da infecção do HIV/AIDS e outras DSTs.

5. Promover parcerias com Univercitários, Empresas, Organizações Governamentais e Não Governamentais, nas áreas de pesquisa, Implantação de programas e projetos, Consultoria e estágios, com ações sociais, de saúde e de prevenção as dst/aids em comunidades empobrecidas, baseada na experiencia do trabalho do agente de prevenção e dos bancos de preservativos, implantados no interior das comunidades. --- Fernando, Projeto Consciencia SC/Florianópolis

6. Fortalecer o CONGESCO/Fórum Comunitário de Prevenção as DST/AIDS , enquanto espaço de discução e articulação das Comunidades empobrecidas e agentes de prevenção na prevenção as dst/aids em comunidades empobrecidas.

7. Buscar a participação e efetivação de parceria junto aos Conselhos distritais de saúde e Forum Estadual de ONG/AIDS, no fórum comunitário e a participação efetiva dos bancos de preservativos e agentes de prevenção nestes espaços.

8. Buscar uma participação efetiva das Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, nas ações dos agentes de prevenção e na atuação dos bancos de preservativos.

9. Buscar parcerias, capacitação, integração com as unidades de saúde e visibilidade aos projetos e demandas na prevenção as dst/aids em comunidades empobrecidas.

10. Fortalecer as ações Sociais e a metodologia dos bancos de preservativos, enquanto ação eficaz no combate ao HIV/AIDS e ao desenvolvimento Comunitário nas Comunidades Empobrecidas. --- Angelo, CONGESCO/ FCPDST/AIDS-RJ - CIADS

11. Organizar e dar visibilidade aos projetos de prevenção.

12. Utilizar o markentig, como meio de divulgação na busca de outros parceiros.

13. Buscar parcerias com instituições privadas. --- Ricardo Ferracine, ONG COMCAT


INTERLOCUÇÃO COM O SUS

1. Criada a profissão do Agente comunitário de Saúde (decreto lei nº10.507 de 10 de julho de 2002).

2. Possibilidade dos agentes de prevenção estarem se capacitando para atuarem como agente comunitário de saúde.

3. Ver possibilidade do M.S. estar capacitando os agentes.

4. O Agente Comunitário de Saúde poderá prestar seriviços ao gestor local do SUS, mediante vínculo direto ou indireto.

5. A profissão de agente comunitário de saúde se dará somente no ambito do Sistema Único de Saúde - SUS.

6. O voluntário nâo se caracteriza enquanto agente de saúde.

7. Com a criação da profissão de agente comunitário de saúde, possibilita a contratação dos agentes de prevenção pelas SES e SMS, enquanto prestador de serviços vinculados ao SUS.

8. Ver a possibilidade de parceria com a prefeitura nos PSF e bancos de preservativos.

9. Possibilidade do AIDS III.

10. Possibilidade do MS no aumento da cota de preservativos para as comunidades, desde que seja requerida pelaos gestores locais do SUS.

11. Possibilidade de Parceria MS/CN/DST/AIDS e SEAS.

12. Importancia do SMA na prevenção as dst/aids em comunidades empobrecidas. --- Rejane, MS/CN/DST/AIDS

13. Possibilidade de aumento na cota de preservativos para as comunidades de CAXIAS.

14. ü Abertura da SMS/Caxias coordenação dst/aids, para articulação e apoio aos bancos de preservativos e projetos de prevenção.

15. Apoio ao SMA. --- Darcy, SMS/Caxias

16. Abertura da Secretaria Municipal de saude do RJ, para articulação com o Forum Comunitário, projetos e Bancos de preservativos.

17. Apoio ao SMA.

18. 22 bancos de preservativos implantados na SMS-RJ. --- Marli, SMS-RJ

19. 18 bancos de preservativos implantados na CAP 3.1 - SMS-RJ.

20. Possibilidade de novos bancos.

21. Possibilidade de Capacitação na área da cap 3.1.

22. Cap 3.1 - desenvolve o banco de preservativos desde 1997-( 05 anos).

23.Possibilidade de apoio logistico as atividades dos projetos de prevenção e bancos da área de CAP 3.1.

24. Capacitação, apoio e acessoria aos bancos de preservativos na área da cap 3.1.

25. Atividades de prevenção a outras doenças além das dst/aids, na cap.31, com os bancos de preservativos. --- Leidy, CPA 3.1 - SMS-RJ

26. Possibilidade de apoio e assessoria aos projetos e bancos de preservativos em comunidades por parte da SES-RJ.

27. Possibilidade da SES-RJ Auxiliar na Interlucução dos bancos e projetos com as SMS.

28. Possibilidade de apoio e assessoria aos eventos e projetos de prevenção por parte da SES-RJ. --- Jane Portela, SES-RJ

ANDAMENTOS DO SEMINÁRIO:

1. Buscar junto a M.S. mais informaçõs sobre a profissionalização do Agente comunitário Saúde.

2. Agente multiplicador, redutor e de saude serão reconhecidos como agentes Agente Comunitário de Saúde??

3. Como será o processo??

4. Nos projetos de prevenção, serão reconhecidos os agentes Agentes comunitários de Saúde??

5. Chamar o Municipio e Estado para discutir a capacitação dos agentes e a profissionalização do Agente comunitário de saúde.

6. Focalizar no forum comunitário um espaço de discussão para os agentes.

7. Buscar um encontro Nacional, para discutir a questão dos agentes de prevenção e A.C.S.

8. Buscar junto ao Ministerio da saúde e Estado publicação de dados estatisticos oficiais sobre a prevenção as dst/aids em comunidades empobrecidas.

9. Buscar a participação dos agentes de prevenção, bancos de preservativos e projetos de prevenção em comunidades empobrecidas, nos conselhos de saude e Forum estadual de ONG/AIDS.

10. Promover um encontro do fórum comuntário de prevenção no município de Nilopolis, a fim de discutir a incidencia do HIV/AIDS e a prevenção no mesmo.

11. Buscar um encontro com a SMS - RJ e SES-RJ, afim de discutir, capacitação dos agentes, apoio aos projetos de prevenção e processo de reconhecimento da atuação do agente de prevenção enquanto agente comunitário de saúde.


DESTAQUE DO SEMINARIO:

REJANE - MS/CN/DST/AIDS - Pela simplicidade e objetividade, no repasse de informações técnicas aos agentes e as comunidades. Deixando claro o papel da esfera Federal e do gestor local na prevenção as DST/AIDS em comunidades empobrecidas, porém a disponibilidade concreta no apoio as iniciativas comunitárias de prevenção, que venham a contribuir para a redução da incidencia de contaminação do HIV/AIDS.

LEIDY - CAP 3.1 - SMS-RJ - Pela experiência concreta de prevenção as DST/AIDS em comunidades empobrecidas a 05 anos. Na fala da SMS-RJ, existem 22 bancos de preservativos no Municipio, destes 18 estão na área da CAP 3.1., A CAP 3.1 é um exemplo concreto da importancia dos bancos de preservativos e do papel do agente de prevenção e de integração com o SUS.

THERESA - COMCAT - Pela possibilidade concreta dos agentes e bancos de preservativos estarem buscando dar visibilidade na busca de parcerias que possibilitem a susentabilidade das ações de prevenção. Site:www.comcat.org/portugues/fcpdstaidsrj.htm .

LUCIANA - AGENTE ASADIF/NILOPOLIS - Apesar das dificuldades em articular com a coordenação dst/aids de Nilopolis, vem desenvolvendo o banco de preservativos, junto ao projeto "Comunidades do RJ multiplicando a prevenção as dst/aids" em parceria co a ONG CIADS.

FERNANDO - PROJETO CONSCIENCIA FLORIANÓPOLIS - Ressalta a importancia do papel do agente de prevenção no combate a AIDS, e a necessidade urgente do SUS de reconhecer este ator "informal" ,porém, fundamental, no processo de prevenção e acesso a saúde, informação e atendimento do cidadão, principalmente os de comunidades empobrecidas.


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FORUM DST/AIDS
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E-MAIL

dstaidsrj@catcomm.org

COMISSÃO ORGANIZADORA DO EVENTO

Ângelo e Paulino - CIADS.
Benedita e Ana Claudia - CIATE.
Theresa - ONG Comunidades Catalisadoras.
Karina e Aldeli - CIEDS.
Cristiane - Médicos Solidário.
Dra. Ana Brum e Leide - CAP 3.1.
Conceição - CIACOM