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seminário, ou veja o crachá em formato PDF.
RELATO DOS AGENTES:
PRINCIPAIS TEMAS DISCUTIDOS:
1. Dificuldades em se articular com as Umidades de Saúde e
Secretárias, principalmente nos pequenos municípios.
Ex.: S.M.S. de Nilópolis --- Luciana, Agente ASADIF/Nilópolis-RJ
2. Cotas de preservativos, insuficiente para demanda, a procura é
muita nos bancos, ainda a falta muito grande de material educativo.
--- Antonio Carlos, Agente Garibald/Caxias
3. Demanda para o preservativo feminino nas comunidades, falta de
material informativo sobre dst/aids. --- Karina, Agente -Phidias Távora
- CIADS
4. Falta de reconhecimento por parte do poder público na valorização
do papel do agente multiplicador. --- Sheila, Agente AMAC/ Linz- RJ
5. Comunidade Reconhece o papel desses agentes.
6. Dificuldade em manter esses agentes como voluntário.
7. Dificuldade de acesso as informações diversas na
prevenção DST/AIDS nas comunidades empobrecidas. ---
Carlos Arlindo, Agente projeto Mulher Viva/BELFORD ROXO
8. Falta de assessoria técnica para os projetos de prevenção
em comunidades empobrecidas. --- Paulino, Agente Beira Rio/CIADS.
SUSTENTABILIDADE E CAPTAÇÃO DE RECURSOS
1. Possibilidade de Parceria com a Secretaria Especial de Assuntos
Estratégicos e Secretaria Municipal do Trabalho do Municipio
do RJ, para Capacitação dos agentes, Assessoria aos
bancos de preservativos e financiamento aos projetos comunitários.
--- Cláudia, SEAE-RJ.
2. Possibilidade de parceria com a ONG Comunidades Catalisadoras,
para divulgação dos projetos e programas de prevenção
as dst/aids em comunidades empobrecidas na internet, criação
de um site específico, dar visibilidade ao tema e buscar parcerias
Nacionais e Internacionais. --- Theresa, ONG COMCAT
3. Buscar junto ao Estado e Municipio o apoio e o engajamento na
Ação do Agente Comunitário de Prevenção,
enquanto agente de Saúde e apoio aos bancos de preservativos
como parceiros do SUS na área de saúde.
4. Valorizar a ação eficaz dos agentes e dos programas
de prevenção as dst/aids em comunidades empobrecidas,
como importante contribuição para redução
da infecção do HIV/AIDS e outras DSTs.
5. Promover parcerias com Univercitários, Empresas, Organizações
Governamentais e Não Governamentais, nas áreas de pesquisa,
Implantação de programas e projetos, Consultoria e estágios,
com ações sociais, de saúde e de prevenção
as dst/aids em comunidades empobrecidas, baseada na experiencia do
trabalho do agente de prevenção e dos bancos de preservativos,
implantados no interior das comunidades. --- Fernando, Projeto Consciencia
SC/Florianópolis
6. Fortalecer o CONGESCO/Fórum Comunitário de Prevenção
as DST/AIDS , enquanto espaço de discução e articulação
das Comunidades empobrecidas e agentes de prevenção
na prevenção as dst/aids em comunidades empobrecidas.
7. Buscar a participação e efetivação
de parceria junto aos Conselhos distritais de saúde e Forum
Estadual de ONG/AIDS, no fórum comunitário e a participação
efetiva dos bancos de preservativos e agentes de prevenção
nestes espaços.
8. Buscar uma participação efetiva das Secretarias
Estaduais e Municipais de Saúde, nas ações dos
agentes de prevenção e na atuação dos
bancos de preservativos.
9. Buscar parcerias, capacitação, integração
com as unidades de saúde e visibilidade aos projetos e demandas
na prevenção as dst/aids em comunidades empobrecidas.
10. Fortalecer as ações Sociais e a metodologia dos
bancos de preservativos, enquanto ação eficaz no combate
ao HIV/AIDS e ao desenvolvimento Comunitário nas Comunidades
Empobrecidas. --- Angelo, CONGESCO/ FCPDST/AIDS-RJ - CIADS
11. Organizar e dar visibilidade aos projetos de prevenção.
12. Utilizar o markentig, como meio de divulgação na
busca de outros parceiros.
13. Buscar parcerias com instituições privadas. ---
Ricardo Ferracine, ONG COMCAT
INTERLOCUÇÃO COM O SUS
1. Criada a profissão do Agente comunitário de Saúde
(decreto lei nº10.507 de 10 de julho de 2002).
2. Possibilidade dos agentes de prevenção estarem se
capacitando para atuarem como agente comunitário de saúde.
3. Ver possibilidade do M.S. estar capacitando os agentes.
4. O Agente Comunitário de Saúde poderá prestar
seriviços ao gestor local do SUS, mediante vínculo direto
ou indireto.
5. A profissão de agente comunitário de saúde
se dará somente no ambito do Sistema Único de Saúde
- SUS.
6. O voluntário nâo se caracteriza enquanto agente de
saúde.
7. Com a criação da profissão de agente comunitário
de saúde, possibilita a contratação dos agentes
de prevenção pelas SES e SMS, enquanto prestador de
serviços vinculados ao SUS.
8. Ver a possibilidade de parceria com a prefeitura nos PSF e bancos
de preservativos.
9. Possibilidade do AIDS III.
10. Possibilidade do MS no aumento da cota de preservativos para
as comunidades, desde que seja requerida pelaos gestores locais do
SUS.
11. Possibilidade de Parceria MS/CN/DST/AIDS e SEAS.
12. Importancia do SMA na prevenção as dst/aids em
comunidades empobrecidas. --- Rejane, MS/CN/DST/AIDS
13. Possibilidade de aumento na cota de preservativos para as comunidades
de CAXIAS.
14. ü Abertura da SMS/Caxias coordenação dst/aids,
para articulação e apoio aos bancos de preservativos
e projetos de prevenção.
15. Apoio ao SMA. --- Darcy, SMS/Caxias
16. Abertura da Secretaria Municipal de saude do RJ, para articulação
com o Forum Comunitário, projetos e Bancos de preservativos.
17. Apoio ao SMA.
18. 22 bancos de preservativos implantados na SMS-RJ. --- Marli,
SMS-RJ
19. 18 bancos de preservativos implantados na CAP 3.1 - SMS-RJ.
20. Possibilidade de novos bancos.
21. Possibilidade de Capacitação na área da
cap 3.1.
22. Cap 3.1 - desenvolve o banco de preservativos desde 1997-( 05
anos).
23.Possibilidade de apoio logistico as atividades dos projetos de
prevenção e bancos da área de CAP 3.1.
24. Capacitação, apoio e acessoria aos bancos de preservativos
na área da cap 3.1.
25. Atividades de prevenção a outras doenças
além das dst/aids, na cap.31, com os bancos de preservativos.
--- Leidy, CPA 3.1 - SMS-RJ
26. Possibilidade de apoio e assessoria aos projetos e bancos de
preservativos em comunidades por parte da SES-RJ.
27. Possibilidade da SES-RJ Auxiliar na Interlucução
dos bancos e projetos com as SMS.
28. Possibilidade de apoio e assessoria aos eventos e projetos de
prevenção por parte da SES-RJ. --- Jane Portela, SES-RJ
ANDAMENTOS DO SEMINÁRIO:
1. Buscar junto a M.S. mais informaçõs sobre a profissionalização
do Agente comunitário Saúde.
2. Agente multiplicador, redutor e de saude serão reconhecidos
como agentes Agente Comunitário de Saúde??
3. Como será o processo??
4. Nos projetos de prevenção, serão reconhecidos
os agentes Agentes comunitários de Saúde??
5. Chamar o Municipio e Estado para discutir a capacitação
dos agentes e a profissionalização do Agente comunitário
de saúde.
6. Focalizar no forum comunitário um espaço de discussão
para os agentes.
7. Buscar um encontro Nacional, para discutir a questão dos
agentes de prevenção e A.C.S.
8. Buscar junto ao Ministerio da saúde e Estado publicação
de dados estatisticos oficiais sobre a prevenção as
dst/aids em comunidades empobrecidas.
9. Buscar a participação dos agentes de prevenção,
bancos de preservativos e projetos de prevenção em comunidades
empobrecidas, nos conselhos de saude e Forum estadual de ONG/AIDS.
10. Promover um encontro do fórum comuntário de prevenção
no município de Nilopolis, a fim de discutir a incidencia do
HIV/AIDS e a prevenção no mesmo.
11. Buscar um encontro com a SMS - RJ e SES-RJ, afim de discutir,
capacitação dos agentes, apoio aos projetos de prevenção
e processo de reconhecimento da atuação do agente de
prevenção enquanto agente comunitário de saúde.
DESTAQUE DO SEMINARIO:
REJANE - MS/CN/DST/AIDS - Pela simplicidade e objetividade,
no repasse de informações técnicas aos agentes
e as comunidades. Deixando claro o papel da esfera Federal e do gestor
local na prevenção as DST/AIDS em comunidades empobrecidas,
porém a disponibilidade concreta no apoio as iniciativas comunitárias
de prevenção, que venham a contribuir para a redução
da incidencia de contaminação do HIV/AIDS.
LEIDY - CAP 3.1 - SMS-RJ - Pela experiência concreta de
prevenção as DST/AIDS em comunidades empobrecidas a 05
anos. Na fala da SMS-RJ, existem 22 bancos de preservativos no Municipio,
destes 18 estão na área da CAP 3.1., A CAP 3.1 é
um exemplo concreto da importancia dos bancos de preservativos e do
papel do agente de prevenção e de integração
com o SUS.
THERESA - COMCAT - Pela possibilidade concreta dos agentes e
bancos de preservativos estarem buscando dar visibilidade na busca de
parcerias que possibilitem a susentabilidade das ações
de prevenção. Site:www.comcat.org/portugues/fcpdstaidsrj.htm
.
LUCIANA - AGENTE ASADIF/NILOPOLIS - Apesar das dificuldades
em articular com a coordenação dst/aids de Nilopolis,
vem desenvolvendo o banco de preservativos, junto ao projeto "Comunidades
do RJ multiplicando a prevenção as dst/aids" em parceria
co a ONG CIADS.
FERNANDO - PROJETO CONSCIENCIA FLORIANÓPOLIS - Ressalta
a importancia do papel do agente de prevenção no combate
a AIDS, e a necessidade urgente do SUS de reconhecer este ator "informal"
,porém, fundamental, no processo de prevenção e
acesso a saúde, informação e atendimento do cidadão,
principalmente os de comunidades empobrecidas.