Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Por Comunidades Catalizadoras

A Comunidades Catalisadoras está comprometida com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas

Como o trabalho da ComCat se encaixa? Trabalhamos pela realização cidades e comunidades sustentáveis (ODS 11), reconhecendo que isso requer promover justiça social e responsabilidade institucional (ODS 16).

Comunidades e cidades sustentáveis são impossíveis de serem alcançadas sem justiça social e instituições responsáveis.

Se a ComCat fosse uma árvore, o ODS 16 seria nosso tronco e o ODS 11 seria a copa.

A extrema desigualdade do Rio impossibilita a sustentabilidade. A promoção da justiça e da responsabilidade institucional é, portanto, um passo crítico em direção a uma cidade habitável. No Rio, estamos visceralmente conscientes de que uma cidade sustentável não pode ser construída sem uma base de justiça social.

Instituições “fortes” não são necessariamente o objetivo—as instituições devem ser confiáveis, transparentes e responsáveis. Central à nossa missão de cultivar comunidades sustentáveis é o princípio orientador de que as comunidades devem estar cientes de—e empoderadas para reivindicar—seus direitos.

A organização realiza diversas atividades para apoiar esse objetivo:


  • Investigação e comunicação de violações de direitos humanos, remoções, violência de Estado e legado dos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio.
  • Fornecimento de mecanismos para as comunidades reivindicarem seus direitos, como acesso à assessoria jurídica e capacitação em desenvolvimento comunitário.
  • Promoção de redes de apoio e solidariedade através de iniciativas lideradas pelas comunidades.
  • Incentivo a uma cobertura midiática justa e não generalizante de forma a mudar a narrativa acerca das favelas e de seu papel na cidade, por meio de matérias de opinião, de parcerias com veículos de comunicação comunitária, do estímulo ao debate sobre narrativas e estórias sobre favelas, de trocas entre jornalistas comunitários e correspondentes internacionais e do fornecimento de pautas, contexto e contatos estratégicos para jornalistas nacionais e internacionais.

Nossa visão para as favelas do Rio é o desenvolvimento sustentável liderado pela comunidades, culminando em uma integração criativa, inclusiva e empoderadora entre as comunidades informais e formais do Rio.

Frequentemente, formuladores de políticas públicas, assim como observadores, assumem que as soluções para a informalidade devem ser formais. Acreditamos que tanto as estruturas formais de desenvolvimento quanto as informais fazem parte de um futuro urbano sustentável e que as soluções informais para o desenvolvimento sustentável podem ser impulsionadoras poderosas de mudanças criativas e necessárias. Todos os nossos programas são desenvolvidos em colaboração próxima com mobilizadores de favelas e baseamos nosso modelo organizacional nas próprias favelas.

Nossos programas são estruturados a partir de uma abordagem chamada Desenvolvimento Comunitário Baseado em Ativos (DCBA), sempre visando apoiar e alavancar os esforços de nossos parceiros comunitários—centenas de grupos de favelas que já desenvolvem soluções sustentáveis ​​de base em todo o Rio. É assim que desenvolvemos modelos que são eficazes, que se baseiam nas qualidades da informalidade e que são compartilhados ao redor do mundo por meio de milhares de amigos, parceiros e colaboradores, em um diálogo constante e em um processo de ganho de escala coletivo a partir do exemplo do Rio.

Três programas formam os pilares de nossa abordagem de DCBA sustentável nas favelas:

    Modelo de gestão e regularização fundiária que contempla interesses coletivos e individuais, garantindo a moradia acessível e a permanência das comunidades no seu território. O TTC realiza o desenvolvimento liderado pelos próprios moradores, atendendo suas demandas reais, através de três frentes: difusão, apoio técnico e legislação.

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    Rede formada por 1000 integrantes, mobilizadores comunitários de mais de 300 favelas e aliados técnicos. Desde 2017, trabalhamos integrados na luta por justiça climática através da realização do potencial das favelas como modelos de comunidades sustentáveis, por meio de intercâmbios, capacitações, modelos de infraestrutura, pesquisa, comunicação e incidência política.

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    Plataforma bilíngue de jornalismo comunitário que, desde 2010, transforma a narrativa sobre as favelas do Rio de Janeiro, oferecendo uma perspectiva aprofundada, a partir dos seus moradores. Cobrimos tanto denúncias quanto soluções, sempre protagonizando novos debates e abordagens em prol do Direito à Favela.

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Vemos esses três pilares como igualmente e mutuamente necessários para a realização do potencial, no longo prazo, das favelas como comunidades sustentáveis. E vemos o Rio, com sua história particular de informalidade, como um modelo potencial para cidades em todo o mundo, na medida em que aprendem a adotar e equilibrar estruturas de desenvolvimento formais e informais.

À medida que mudamos a narrativa e nos tornamos cada vez mais conscientes dos ativos que resultam do desenvolvimento informal, podemos desenvolver esses ativos reconhecendo-os e apoiando os organizadores de base que concretizam esses potenciais. E à medida que as comunidades incorporam ativos produzidos localmente, geralmente de natureza não monetária, o modelo do TTC pode ser usado para codificar e garantir que esses ativos sejam mantidos, em vez de perdidos para interesses especulativos

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Assim, propomos quatro novos objetivos localizados, a partir da valorização das ações das comunidades e, em nossa opinião, necessários para alcançar o próprio ODS 16:

Esse objetivo visa garantir o direito das pessoas à raízes e à desenvolver e cultivar um sentimento de pertencimento aos lugares onde elas habitam.

Neste mundo globalizado, nos tornamos cada vez mais conscientes do que se perde quando não mantemos ou não podemos manter e cultivar nossas conexões com um lugar, memória, herança comum, comunidade ou identidade cultural. Construir e manter essas conexões é fundamental para alcançar a sustentabilidade. Por quê?

Porque é através de um sentimento de pertencimento que geramos o desejo de cuidar de nosso ambiente e daqueles que nos rodeiam. E porque é através de um sentimento de pertencimento que geramos significado em nossas vidas—essencial para garantir nossa saúde psicológica enquanto enfrentamos desafios cada vez mais intensos nos anos futuros. Esse princípio destaca a relevância de preservar raízes, não apenas como um direito em si, mas também como um elemento-chave para alcançar a sustentabilidade.

Assim, propomos um ODS localizado de Raízes e Pertencimento, que reconheça o processo pelo qual, cultivando um sentimento de apreço em relação a nossas casas e origens, desenvolvemos a motivação para preservá-las.

Esse objetivo visa promover a autonomia dos moradores e sua capacidade de decidir sobre estratégias de desenvolvimento a nível comunitário.

O “desenvolvimento” tradicional traz mudanças positivas e negativas para os assentamentos informais, sem nenhuma certeza clara de que os positivos superam os negativos. Os moradores podem se beneficiar do acesso ampliado à infraestrutura, mas ruas mais amplas e a ausência de vizinhos removidos de suas casas podem produzir uma arquitetura menos humana, por exemplo. Ou o reconhecimento formal dos direitos individuais à terra pode ser seguido de especulação imobiliária, o que pode provocar a saída dos moradores antigos da comunidade, a quem esse reconhecimento pretendia servir. Um tecido comunitário antes rico pode se transformar em apenas um conjunto de unidades desconectadas, de forma que os ativos coletivos produzidos ao longo de gerações são perdidos.

Assim, propomos um objetivo localizado de Autonomia e Controle por parte da comunidade, que reconheça o valor do planejamento urbano insurgente, do urbanismo tático, dos Termos Territoriais Coletivos e de outros mecanismos para garantir que as comunidades controlem seu próprio desenvolvimento, o que, é claro, é sempre equilibrado com outros ODS, como o ODS 10 sobre redução de desigualdades.

Esse objetivo visa garantir que as políticas que impactam as comunidades sejam realizadas de acordo com as reais necessidades e demandas dos moradores.

Para um desenvolvimento que depende de investimento público, são necessários canais e mecanismos para incorporar a contribuição da comunidade na tomada de decisões. Esses seriam os degraus de “parceria” e “delegação de poder” na Escada de Participação Cidadã de Sherry Arnstein. Com freqüência, os tomadores de decisão levam em conta cálculos políticos ou de relações públicas, e não as verdadeiras necessidades ou demandas dos moradores, usando a “manipulação” ou a “consulta” como formas aparentes de “participação”. Quando isso acontece, ao se envolver, os moradores desperdiçam seu tempo e dão credibilidade artificial às decisões tomadas (por exemplo, um teleférico com grande impacto visual, que beneficia os aliados de um político na indústria de construção, em oposição a um sistema de esgoto subterrâneo que drasticamente melhoraria a saúde da população).

É necessário formular e implementar programas em estreita colaboração com os moradores de forma a construir comunidades sustentáveis ​​no longo prazo, particularmente em assentamentos informais, nos quais gerações de autoconstrução produziram resultados complexos e dramaticamente únicos, com qualidades que um observador externo teria dificuldade em identificar.

Assim, propomos um ODS localizado de Canal direto de comunicação com o governo, que promova políticas que operam nos degraus superiores da Escada de Arnstein, como orçamento participativo ou o programa Minha Casa Minha Vida – Entidades.

Esse objetivo visa garantir que representações de favelas sejam justas com suas realidades—suas qualidades e desafios—em vez de recair em generalizações, concentrando-se apenas na violência ou baseada exclusiva ou majoritariamente em vozes externas.

A mídia local e internacional desempenham um papel crítico na formação da opinião pública sobre assentamentos informais. Embora rendas baixas comumente resultem nas ocupações que se tornam assentamento informais, e embora a negligência do Estado e a falta de oportunidades possam tornar essas comunidades alvos fáceis para o crime organizado, muitos assentamentos informais são centros de comércio auto-sustentáveis ​​e incubadores vibrantes de cultura, dentre inúmeras outras qualidades. Construir narrativas precisas e não generalizantes nas favelas é particularmente importante porque as narrativas históricas foram produzidas por pessoas de fora, que conheciam pouco as comunidades e se beneficiaram da negligência para com elas, e porque os formuladores de políticas públicas as formulam baseados largamente na opinião pública. No Rio de Janeiro, por exemplo, existe uma relação direta entre um século de estigmatização e a atual aceitação de que helicópteros policiais atirem em favelas cheias de civis desarmados.

Assim, propomos um ODS localizado de Representação Justa e Não-Generalizante Na Mídia. Na ausência de pesquisas adequadas, contatos com a comunidade ou reconhecimento do impacto de suas palavras, muitos repórteres recorrem a estereótipos prejudiciais. Capturar complexidades e nuances é uma responsabilidade extremamente importante, ainda que desafiadora, de jornalistas e das instituições para as quais escrevem.

Embora nosso foco principal seja a construção de cidades e comunidades sustentáveis ​​(ODS 11), nosso trabalho apoia quase todos os ODS em vários graus, como pode ser visto a seguir:

    • Apoiando iniciativas de hortas urbanas: por meio da Rede Favela Sustentável, a ComCat facilita o intercâmbio de conhecimento entre iniciativas comunitárias de hortas urbanas e aliados técnicos, baseadas em princípios como permacultura e agroecologia. Através do RioOnWatch, a ComCat traz visibilidade às iniciativas que promovem a produção local de alimentos e a soberania alimentar.
    • Apoiando iniciativas de bem-estar ligadas ao meio ambiente: a Rede Favela Sustentável conecta e mobiliza recursos para iniciativas comunitárias que promovem a saúde através de ações ambientais, como saneamento comunitário e reflorestamento.
    • Cobrindo soluções em saúde, orientadas pela comunidade: a ComCat publica matérias no RioOnWatch que destacam soluções em saúde, tanto da perspectiva da comunidade quanto das políticas públicas.
    • Destacando desafios em saúde nas favelas: o RioOnWatch cobre os desafios de saúde que interessam a moradores de favelas, como o impacto da violência na saúde mental, o impacto da violência no desenvolvimento infantil e a dificuldade de acesso à saúde pública.
    • Conduzindo pesquisas e fornecendo um entendimento repleto de nuances das favelas do Rio para educadores e pesquisadores: a ComCat ajuda na compreensão da complexidade das favelas, fornecendo uma cobertura detalhada no RioOnWatch, conduzindo visitas comunitárias educativas, participando de conferências acadêmicas e técnicas, apoiandopesquisadores e muito mais.
    • Servindo como fonte primária de material educacional balanceado e preciso sobre favelas: escolas de todos os níveis de ensino e universidades de todo o mundo criam materiais educacionais sobre favelas, com base em materiais produzidos pela ComCat e RioOnWatch.
    • Ampliando o alcance do conhecimento acadêmico: uma seção do RioOnWatch é dedicada a tornar os resultados e análises de pesquisas acessíveis ao público.
    • Democratizando o acesso ao conhecimento necessário para o desenvolvimento sustentável: a Rede Favela Sustentável promove intercâmbios de capacitação, onde membros—moradores de favelas e aliados técnicos—aprendem uns com os outros sobre estratégias de desenvolvimento sustentável e conduzem rodas de capacitação em torno de temas educacionais.
    • Ajudando as comunidades a se organizarem e entenderem seus direitos: o programa Termo Territorial Coletivo realiza reuniões e oficinas para educar as comunidades sobre seus direitos legais e estratégias de mobilização.
    • Promovendo acesso à universidade para moradores de favelas: o RioOnWatch cobre o impacto positivo de ações afirmativas nos processos de ingresso em faculdades e destaca as iniciativas de pré-vestibulares comunitários.
    • Desenvolvendo liderança entre mulheres e apoiando programas comunitários liderados por mulheres: 54% das iniciativas da Rede Favela Sustentável são lideradas por mulheres, e as estruturas de governança das iniciativas do Termo Territorial Coletivo sempre incentivarão o equilíbrio de gênero na liderança.
    • Destacando lideranças comunitárias e eventos de empoderamento de mulheres: o RioOnWatch apresenta regularmente histórias sobre resistênciacriatividade e mobilização lideradas por mulheres.
    • Apoiando mulheres jornalistas comunitárias: cerca de 60% das matérias do RioOnWatch escritas por moradores de favela, no ano passado, foram escritas por mulheres.
    • Apoiando mobilizadores e movimentos por água potável e tratamento de esgoto: o Grupo de Trabalho Água e Esgoto da Rede Favela Sustentável realiza reuniões mensais que estimulam o apoio mútuo e aprendendizado—e desenvolvem projetos—entre iniciativas comunitárias ligadas a água e esgoto.
    • Chamando atenção para as questões de acesso à água e saneamento: RioOnWatch cobre os esforços de mobilização para melhorar o acesso e a qualidade da água e o saneamento básico em favelas, incluindo infraestrutura de esgoto e gestão de resíduos sólidos.
    • Trazendo biodigestores comunitários para o Rio: a ComCat organizou as primeiras parcerias entre lideranças internacionais em biodigestores para assentamentos informais e comunidades locais no Rio, o que resultou em alguns dos primeiros biodigestores da cidade, atraindo a cobertura da mídia.
    • Apoiando mobilizadores comprometidos com a implementação de energia solar em suas comunidades:o Grupo de Trabalho Energia Solar da Rede Favela Sustentável realiza reuniões mensais que estimulam o apoio mútuo e aprendendizado—e desenvolvem projetos—entre iniciativas de energia solar comunitárias.
    • Pressionando por responsabilidade e energia acessível: o RioOnWatch documenta práticas abusivas por parte de fornecedores de energia, como cobranças excessivas, e esforços de mobilizações para melhorar serviços de má qualidade.
    • Dando suporte ao jornalismo local: a ComCat compensa de maneira justa os jornalistas comunitários e fornece a eles uma plataforma para seu trabalho.
    • Promovendo o turismo sustentável e ético nas favelas: a ComCat oferece visibilidade às agências turísticas das favelas, lideradas por moradores, que geram renda e apoiam a economia local.
    • Apoiando mobilizadores comprometidos em gerar renda a partir de indústrias sustentáveis em suas comunidades: o Grupo de Trabalho Geração de Renda da Rede Favela Sustentável realiza reuniões mensais, que estimulam o apoio mútuo e aprendendizado—e desenvolvem projetos—entre negócios sustentáveis comunitários.
    • Destacando o trabalho de empreendedores e inovadores: RioOnWatch apresenta regularmente histórias de empreendedorismo e diligência nas favelas.
    • Promovendo o Desenvolvimento Comunitário Baseado em Ativos (DCBA): Em vez de impor uma infraestrutura frequentemente contraproducente desenvolvida por governos e técnicos, a ComCat promove ferramentas, técnicas e modelos que são participativos e focam nos ativos da comunidade.
    • Criando e mantendo um centro de capacitação com Internet de alta velocidade gratuita e dando suporte a mobilizadores de favelas: de 2003 a 2008, antes do acesso onipresente à internet, e dadas as dificuldades de reunir mobilizadores de diversas comunidades do Rio, o telecentro Casa do Gestor Catalisador da ComCat, reconhecido pela ONU, forneceu uma espaço seguro para mobilizadores se reunirem, receberem treinamentos e desenvolverem programas comunitários usando ferramentas baseadas na Web.
    • Defendendo políticas que reduzam a desigualdade: em todos os seus programas, a ComCat é uma firme defensora da equidade.
    • Rompendo silos de privilégios: a organização vê como parte de seu papel romper com os silos de privilégios tradicionais, criando uma ampla teia de mobilizadores de favelas com diversas redes de apoio e aliados técnicos.
    • Reformulando o que valorizamos: pelo compromisso com o desenvolvimento comunitário baseado em ativos em todas as suas atividades, a ComCat enfatiza e constrói a partir dos ativos comunitários, gerando um amplo reconhecimento de que as favelas têm inúmeros valores e de o que chamamos de “ativos” deve ser reconsiderado.
    • Amplificando as vozes de moradores de favela: RioOnWatch incorpora as perspectivas dos moradores em todas as suas reportagens, o que promove a visibilidade não apenas no Rio, mas nos mais de 200 países que acessam o site ao longo do ano.
    • Denunciando a negligência do governo na prevenção de desastres: através de uma variedade de ângulos, como reportagens sobre investimentos reduzidos na prevenção de enchentes, o RioOnWatch denuncia como os governos falham em mitigar, adaptar, reduzir impactos ou fornecer alertas prévios de riscos relacionados ao clima.
    • Apoiando mobilizadores comprometidos com o reflorestamento ou o plantio de árvores em suas comunidades: o Grupo de Trabalho Hortas e Reflorestamento da Rede Favela Sustentável realiza reuniões mensais que estimulam o apoio mútuo e aprendendizado—e desenvolvem projetos—entre iniciativas de hortas e reflorestamento.
    • Defendendo sistemas de transporte metropolitano sustentáveis: o RioOnWatch acompanha e analisa as modificações na infraestrutura de transporte público da cidade, sempre apoiando políticas que promovem a mobilidade dos moradores das favelas.
    • Destacando a questão da poluição da água da Baía de Guanabara e aqueles que se mobilizam para combatê-la: RioOnWatch monitora programas públicos fracassados e promessas não cumpridas de limpar a baía e destaca a mobilização comunitária para evitar a poluição marinha.
    • Apoiando iniciativas comunitárias de reflorestamento: a Rede Favela Sustentável fornece visibilidade, recursos e redes de apoio a iniciativas comunitárias envolvidas no reflorestamento ou no plantio de árvores.
    • Tornando visível políticas públicas que ameaçam as florestas existentes: os boletins do RioOnWatch para o público internacional costumam incluir uma seção dedicada a notícias federais, frequentemente divulgando ameaças às florestas do Brasil.
    • Conectando lideranças de soluções comunitárias por toda a cidade: a Rede Favela Sustentável reúne lideranças comunitárias de todas as partes do Rio para compartilhar estratégias de organização, participar de treinamentos estratégicos e transformar seus projetos em modelos inspiradores.
    • Desenvolvendo uma rede de solidariedade para jornalistas comunitários do Rio: jornalistas comunitários regularmente arriscam sua segurança para desenvolverem reportagens verdadeiras e informativas. A ComCat facilita uma rede de jornalistas comunitários, em um esforço para promover a segurança, incentivar o intercâmbio e informar como a ComCat pode melhor apoiar o jornalismo comunitário.

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